Oficinas em Língua Portuguesa do PASEG
(Programa de Apoio ao Sistema Educativo da Guiné-Bissau)
5/15/2009
Inauguração do telheiro
A manhã do dia 13 de Maio foi muito festiva na Escola Salvador Allende. Aconteceu a inauguração do telheiro, que foi construído com o apoio da FNUAP (Fundo das Nações Unidas para a População).
Muitos dos professores que eu conheci no PASEG já não estão em Bissau e até já encontrei um aqui pelas terras do Alentejo. Depois de anos passados em Portugal, não esqueci o que este projecto me ajudou. O PASEG não é só um projecto de ensinar alunos, é um mundo que tem influenciado os destinos de muitas escolas em Bissau, de muitos professores e de muitos alunos. Um dia uma professora do PASEG disse-me: Umaru, um dia seremos mais de 100 aqui e então outras escolas do país, outros estudantes podrão também ser apoiados! Não sei se já são 100 ou não, mas o trabalho que têm feito vale por esse número. Agora foi um telheiro, mas muitas têm sido as coisas que o PASEG tem feito no meu país. Qualquer estudante, qualquer professor guineense que conhece o PASEG só podrá dizer: obrigado Portugal por nos ajudares, quando a educação tem sido um sector tão pobre do nosso país. Penso nas palavras daquela minha professora Mónica e se os professores do PASEG fossem mais de 100, o que não fariam nas escolas do meu país?
Muitos dos professores que eu conheci no PASEG já não estão em Bissau e até já encontrei um aqui pelas terras do Alentejo.
ResponderEliminarDepois de anos passados em Portugal, não esqueci o que este projecto me ajudou.
O PASEG não é só um projecto de ensinar alunos, é um mundo que tem influenciado os destinos de muitas escolas em Bissau, de muitos professores e de muitos alunos.
Um dia uma professora do PASEG disse-me: Umaru, um dia seremos mais de 100 aqui e então outras escolas do país, outros estudantes podrão também ser apoiados!
Não sei se já são 100 ou não, mas o trabalho que têm feito vale por esse número. Agora foi um telheiro, mas muitas têm sido as coisas que o PASEG tem feito no meu país.
Qualquer estudante, qualquer professor guineense que conhece o PASEG só podrá dizer: obrigado Portugal por nos ajudares, quando a educação tem sido um sector tão pobre do nosso país.
Penso nas palavras daquela minha professora Mónica e se os professores do PASEG fossem mais de 100, o que não fariam nas escolas do meu país?
Umaru Djau
Évora